Há exatos doze meses dávamos adeus ao ano de dois mil e dezechega e comemorávamos esperançosos a chegada de 2017. E não sem razão.

No final de 2015 tínhamos uma presidente encurralada no Palácio do Planalto, sem autoridade, sem nexo e sem respeito; um presidente da Câmara descrito como homem de poderes sobrenaturais; e um vice-presidente decorativo, mas que, por suas celebradas habilidades no manuseio de parlamentares e políticos em geral, era visto como uma ponte que poderia conduzir à salvação a Rainha Bruxa do Castelo do Inferno.

Por pior que tenha sido, em 2016 logramos penabundar a gerentona de uma figa, Lula se tornou réu na primeira das 7 ações penais que vem colecionando desde então e foi sentenciado a 9 anos 6 meses de prisão. A economia deu sinais de recuperação, a inflação e a taxa básica de juros começaram a recuar, os índices de desemprego pararam de crescer e reformas importantes para o país começaram a avançar.

O ano de 2017 ― que prometia melhoras mais consistentes ― começou com rebeliões em presídios, uma greve absurda da PM, que provocou a morte de centenas de pessoas, e a morte do ministro Teori Zavascki num trágico acidente aéreo que deixou o STF sem relator dos processos da Lava-Jato às vésperas da homologação da Delação do Fim do Mundo. Mesmo assim... CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2017/12/2017-finalmente-se-vai-o-que-esperar-de.html