A procissão de absurdos começa por existir no Brasil um Ministério dos Direitos Humanos, que concede a seu titular carro chapa-branca e todas aquelas outras cerejas no bolo que a gente conhece tão bem. Segue-se a isso o fato de detentora do cargo, linda até no nome, ser mais uma “autoridade” fez a viagem do anonimato para o anonimato, mas, por armar um salseiro em busca de uma diferença salarial milionária, ganhou seus 15 minutos de fama e um ingresso para entrar na história desta Banânia ― por uma nota de rodapé ― como “aquela que queria ganhar 60.000 reais por mês porque achava que os 33.000 e tantos caracterizavam trabalho escravo".

Como diz o ditado, praga de urubu sai pela boca e entra pelo c*, e a singela reivindicação da belezura em foco saiu pela culatra, pois chegou ao conhecimento da imprensa e, através dela, de todo mundo. CONTINUE LENDO EM https://fernandomelis.blogspot.com.br/2017/11/em-condicoes-normais-ministra-luislinda.html