Recapitulando: o impeachment de Dilma pôs fim ao reinado lulopetista, mas não foi a solução para todos os males do Brasil. E nem poderia, já que quem a sucedeu foi o chefe da gangue do PMDB ― que deve entrar para a história como o primeiro presidente denunciado no exercício do cargo por corrupção, formação de quadrilha e obstrução da Justiça, e que amarga índices de popularidade abissais, até porque não há o que admirar no seu governo; o que há, felizmente, é a percepção de que a administração da economia se descolou da calamidade moral, técnica e política que faz da gestão do peemedebista um cadáver ambulante.

Com mulher sapiens, a Economia estava no quinto dos infernos; com Temer, a desmoralização do Estado continua a mesma dos tempos dos ex-presidentes petistas ― afinal, se o atual governo é apenas a parte final dos governos anteriores, como poderia ser diferente deles? Mas nem Lula, nem Dilma, nem Michel podem mais mexer na Economia, e isso é a nossa salvação.

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