O mundo gira, a Lusitana roda e a vida dá voltas. Em 2010, Dilma Rousseff e Gleisi Hoffmann aplaudiram a aprovação unânime da Lei da Ficha-Limpa na Câmara e no Senado, classificando esse projeto popular ― respaldado por mais de 1,6 milhão de assinaturas ―, que tornou inelegíveis candidatos que tiveram o mandato cassado, renunciaram para evitar a cassação ou foram condenados por um colegiado, como “um avanço importante da democracia”.

Ironicamente, essa lei promulgada no segundo mandato de Lula, sendo ele, portanto, o presidente que a sancionou. Curiosamente, um dia depois de a 8.ª Turma do TRF-4 ter confirmado a sentença condenatória do juiz Sérgio Moro e aumentado a pena imposta ao petralha, a escória vermelha resolveu “rasgar” a Lei da Ficha-Limpa na reunião da executiva nacional do PT, realizada na sede da CUT, ao declarar oficialmente o sumo pontífice da Seita do Inferno pré-candidato à presidência da República.

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