Passada a euforia da condenação de Lula pelo TRF-4, a vida segue. Afinal, o Carnaval está aí ― como nos dá conta aquela irritante vinheta da Globo ―, 2018 é ano de Copa do Mundo... ah, e de eleições. E é aí que a porca torce o rabo.

A se confiar no resultado das pesquisas de intenção de voto, o cenário não poderia ser mais sombrio. De um lado (e à frente, segundo as tais pesquisas), temos o zumbi mal despachado, o cadáver político insepulto ― que mesmo apodrecendo a céu aberto é venerado pela militância ignara, que o considera a alma viva mais honesta do Brasil a despeito da caudalosa enxurrada de malfeitos que levaram à condição de hepta-réu e a ser condenado (por enquanto) a 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado.

Do outro lado do espectro político partidário, temos o capitão aposentado e deputado federal Jair Messias Bolsonaro ― um extremista de direita que se apresenta como principal contraponto ao lulopetismo e que se mantém na segunda posição com seu discurso radical, mas que jamais seria a melhor solução para o país, sem mencionar que seu discurso se esvazia com Lula fora do pleito.

Entre esses dois extremos, uma penca de pré-candidatos de diversos partidos (são 35 legendas ao todo, e boa parte delas tenciona lançar candidatos próprios) brigam por um lugar na preferência desse eleitorado desinformado e apático, mas que já deixou claro que quer menos conversa e mais ação. E agora, José? CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2018/02/o-destino-de-uma-nacao-e-lula-la.html