A despeito do que parecem pensar algumas pessoas de visão monocromática, incapazes de distinguir as nuanças que separam o preto do branco no nosso polarizado cenário político, o fato de eu não demonstrar grande simpatia por Lula e pelo PT não significa que sou partidário dos tucanos, nem que aprovo o governo de Temer ou ― menos ainda ― que tenciono votar em Bolsonaro no ano que vem.

"A burrice é invencível”, ensina Mário Quintana, e não vale a pena perder tempo com as toupeiras vermelhas. Mesmo assim, não custa salientar que, na minha avaliação, todos os corruptos, independentemente de suas convicções político-partidárias, deveriam ser despojados dos bens que acumularam ilicitamente e devidamente encarcerados, deportados, exilados, esquartejados e jogados num rio apinhado de piranhas, tanto faz, desde que nunca mais a gente ouvisse falar deles (e delas, porque Dilmanta, Graça Foster, Gleisi Hoffmann, Jandira Feghali, Katia Abreu, Vanessa Grazziotin, dentre outras tantas, também ocupam posições de destaque na minha listinha). Dito isso, podemos seguir adiante. 

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