No final de 2015, Temer escreveu uma carta à ex-presidente (de nada saudosa memória) Dilmanta, reclamando, dentre outras coisas, de ser um “vice decorativo”. Agora, com apenas 3% de aprovação popular, mas agarrado ao cargo mais do que nunca ― talvez pela aterradora perspectiva de perder a prerrogativa de foro ―, ele envia uma carta aos parlamentares que decidirão o destino da segunda denúncia da PGR ― ora feita contra ele e dois de seus acólitos ―, alardeando um “conspiração” para derrubá-lo.

A pergunta é: por que tanto medo de a investigação seguir adiante?

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