Em meados deste ano, a 8ª Turma do TRF-4 revisou uma sentença do juiz Sérgio Moro e, por 2 votos a 1, absolveu João Vaccari Neto.

No entendimento dos desembargadores Leandro Paulsen e Victor Laus ― que, juntamente com João Pedro Gebran, compõem aquele colegiado ― não havia provas suficientes para corroborar as acusações dos delatores.

A patuleia comemorou a decisão e a defesa do ex-tesoureiro do PT chegou mesmo a postular sua soltura ― que Gebran negou, já que a prisão preventiva fora decretada nos autos de outra ação ― Vaccari já foi condenado 5 vezes por Sérgio Moro ― e as provas não desapareceram com a anulação daquela condenação em particular.

Assim, o valoroso soldado do partido ― que está preso desde abril de 2015 ― continua vendo o sol nascer quadrado sem jamais demonstrar interesse em negociar uma delação. Pelo menos até agora, já que os mesmos desembargadores mais que dobraram a pena imposta por Moro ao mochileiro em outro processo... CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2017/11/vaccari-foi-pro-brejo.html